quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Contas são Reprovadas e Simone pode ser Cassada

 Foi publicada na tarde de ontem a decisão da Justiça Eleitoral que reprovou as contas de campanha da candidata Simone Moreira, digo, Carvalho, eleita prefeita na disputa política de resultado mais apertado da história de João Monlevade. 
Segundo consta da sentença, as contas de Simone e Fabrício Lopes foram reprovadas devido a recebimento de recursos financeiros de duas fontes vedadas por lei: permissionário de serviço público e empresa comercial; ausência de declaração de receitas e despesas no montante de R$ 4.272,00 e R$ 20.479,73, respectivamente, e declaração intempestiva de doação de campanha em evento realizado pelo candidato Guilherme Nasser no Real Esporte Clube. 
A reprovação das constas, por si só, não acarreta em cassação automática de Simone. Mas, se tais irregularidades forem suficientes para configurar abuso de poder econômico, Simone pode enfrentar processo de cassação na Justiça Eleitoral, principalmente, considerando a diferença de apenas 126 votos para o segundo Colocado, Dr. Railton: por ter sido tão apertado, a mínima comprovação de qualquer meio abusivo ou vedado em lei na campanha da candidata será capaz de reverter o resultado do pleito. Da data de diplomação de Simone, agendada para o próximo dia 12, abre-se temporada de caça de 15 dias em que Ministério Público, candidatos, partidos e coligações podem ajuizar a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo por fraude, abuso de poder político, econômico, etc, requerendo a cassação de Simone.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Prestação de Contas de Simone é "Rabo de Foguete"


A Prestação de Contas da prefeita eleita, Simone Carvalho, está um verdadeiro “rabo de foguete”. 
Relatório divulgado pela Justiça Eleitoral, recentemente, aponta uma extensa série de irregularidades na prestação de contas da candidata, que deve ser diplomada no próximo dia 12. Resta saber se, uma vez empossada, quantos meses Simone se sustentará no cargo. 
Segundo relatório técnico, as irregularidades nas contas de Simone e Fabrício Lopes vão desde gastos de campanha junto a pessoas jurídicas, sem emissão de notas fiscais, passando por doações de recursos acima da capacidade econômica dos doadores; inúmeras omissões de despesas, até a utilização de recursos de fonte vedada, como a doação de empresa e de permissionário de serviço público. 
Segundo a Lei 9050/97, a decisão que julgar as contas da candidata eleita deve ser publicada até 3 dias antes da diplomação, lembrando que uma rejeição das contas, por si só, não acarreta em cassação automática. Para tal, será preciso postular processo autônomo.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Quem Manda no Brasil?

O Brasil não é uma coincidência como muitos pensam. O Brasil é, propositalmente, montado para ser, exatamente, o que ele é hoje. E quem são essas pessoas que mandam e montam o Brasil contemporâneo? São cerca de 10.000 credores da dívida pública brasileira que, apesar de não produzem sequer um parafuso para a nação, recebem, livremente todo ano, quase que a metade do orçamento da União em juros, sem que o brasileiro tenha a menor consciência de tal situação, pois a mesma não é pautada pela grande mídia. Esses é que mandam no Brasil, comandando a mídia, o setor financeiro, os meios de produção, a política, etc. O Brasil é deles. Tudo esta montado em função deles. Trabalhamos para eles. 
É verdade, se os 10 mil credores recebem todo ano quase que a metade do orçamento público em juros e se conforme a carga tributária brasileira, a cada 10 dias trabalhados o contribuinte trabalha 4 só para pagar impostos, significa que o equivalente a 2 dias de trabalho do brasileiro ficam com os banqueiros e os outros 2 são divididos entre a previdência, a saúde, a educação, a cultura, a segurança, o esporte, etc. É por isso que o Brasil não tem recursos para nada. É porque existem 10.000 pródigos no Brasil. 
Quem são eles? Essa é a primeira grande pergunta. É preciso dar nome aos bois e conhecer essa gente até para que o país possa dirigir um basta a cada um deles. Com o que gastam tanto dinheiro? Realmente, apenas no ano de 2014 esses 10 mil receberam cerca de 900 bilhões de reais em juros do governo. Ninguém viu esse dinheiro ser investido em ciência e tecnologia, infra-estrutura ou no patrocínio da arte. Será que gastam isso tudo em Miami, Las Vegas ou no cassino de Monte Carlo? Por que temos que pagar tanto dinheiro para essa gente? Que dívida é essa? Porque devemos tanto se temos tudo em nosso país?
Enquanto isso, a Globo pauta apenas a reforma da previdência, que não representa sequer a metade do gasto da União com os juros dos 10 mil credores. O problema do Brasil são os aposentados que deram a vida inteira de trabalho para o país. Os 10 mil que consomem metade do orçamento, sem qualquer trabalho em troca são os manda-chuva. E ainda tem a Pec 241 que limita ainda mais as despesas com educação e saúde, sem, contudo, também limitar o pagamento dos 10 mil credores. Ao contrário, a expectativa é de manutenção das altas taxa se juros, que no cartão de crédito chega a 450% ao mês. E não tem erro: ou você é daqueles ricos que recebem os juros do governo ou você é daqueles pobres que trabalham 2 a cada 10 dias para bancar a vida fácil que eles levam.


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Campanha "Doe Uma Lona para a Arcelormittal"


Agora que o período chuvoso dá sinais de iniciar-se convém o lançamento da campanha de fim de ano “Doe uma lona para a Arcelormittal”.
É que a poderosa siderúrgica indiana, por motivos de "segurança", mandou retirar o telhado do Museu Monlevade que tem em seu acervo itens preciosos remanescentes da famosa Fábrica de Ferro de Jean de Monlevade, como a desconhecida e escondida 1º Máquina a Vapor da Indústria Brasileira, o Martelo-Vapor de Monlevade, além de vários outros.
Ocorre que algumas das peças do museu são em madeira, como o engenho de uma das rodas hidráulicas (foto) utilizadas para soprar os fornos da Fábrica de Ferro original, citado no relatório elaborado pelo próprio Monlevade, em 1853, a pedido do governador de Minas, in verbis:          
   
..."Na fábrica velha existem duas rodas hidráulicas poderosas... um bicame ou tanque d’água, colocado a trinta palmos acima do fundo do canal, e no meio da casa está recebendo a aguada tôda do ribeirão, dando a fôrça motriz para as duas rodas, e o vento necessário por meio de quatro trompas, repartidos com canais de braúna por tôdas as partes".

Exposta à chuva, a madeira da Roda Hidráulica está, obviamente, apodrecendo e os bens histórico-culturais mais uma vez se perdem nas mãos da Arcelormittal.

Então, inicio a campanha “Doe uma lona para a Arcelormital” para que a siderúrgica tenha, pelo menos,  uma lona para jogar sobre o engenho da Roda Hidráulica de Monlevade, de forma a protegê-la da chuva e de, minimamente, preservar o bem cultural.      

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Doído e Esclarecedor

Doído e, ao mesmo tempo, esclarecedor é ler em página do jornal A Notícia texto do marqueteiro de campanha de Railton que confessa não ser daqueles que apontam o dedo para o inelegível Carlos Moreira a chamá-lo de corrupto.
Ante de mais nada, essa conversa de “apontar o dedo” é muito circulante entre aqueles que cultuam a impunidade no Brasil. Não existe dedo apontado, existe a necessidade de punir os corruptos e afastá-los da Administração Pública. Será que corrupto é só aquele que, literalmente, mete a mão no dinheiro público? Claro que não. É também corrupto aquele que distribui dezenas de terrenos públicos, por meio de permissões,  para apenas seus correligionários e cabos-eleitorais, num claro artifício de troca de favores eleitoreiros para se manter no poder.  Será que alguém que não fosse do grupo político de Moreira recebeu alguma permissão de uso de terno público para instalar negócio?Claro que não. Isso, obviamente, só não pode ser corrupção para quem se beneficiou do esquema. E ainda tem muito mais. Tem a Farra do Lixo, a licitação da Enscon, os 22 milhões jogados fora no pretenso hospital Santa Madalena, etc. Tudo se arrastando na morosidade da justiça local.   

Realmente, o terror de qualquer marqueteiro político é a pecha de corrupto que pode incidir sobre seus clientes, mesmo que indiretos. 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Erro

Diante de um pleito em enorme disparidade do equilíbrio de forças, em que, como sempre, ficou patente a utilização abusiva de emissora de rádio, o uso da máquina e a condução da candidatura sufragada por quem se encontra com os direitos políticos cassados, Railton e Laércio não fizeram feio na disputa eleitoral de resultado mais apertado da história do Município. Foram apenas 126 votos entre a 1ª e a 2ª colocação. Significa dizer que se apenas 63 votos tivessem se transferido de Simone para Railton, haveria empate e o segundo se consagraria eleito, pois é ele o decano, conforme regra de desempate.
Tivéssemos errado um pouquinho menos, o corrupto Carlos Moreira não se manteria à frente da Prefeitura, a burlar a Lei da Ficha Limpa com uma candidatura laranja.
Erros são questões que devem ser discutidas apenas internamente, para que se aprenda com os mesmos, afim de não reniti-los novamente. E, invariavelmente, no caso específico, todos se originaram de uma incapacidade de se enxergar a política como ciência. O pior deles foi o de trazer para a campanha marqueteiro que, historicamente, sempre foi antagonista do grupo. Não se faz campanha com adversário. Agora, seguindo o perfil “editorial” pós-eleitoral da rádio Cultura, o jornal do marqueteiro mostra suas garras numa tentativa de arrebentar com a imagem Railton, por sua audácia de enfrentar a corja e alcançar o empate técnico de votos com a candidata do Moreira. Acreditar que o marqueteiro aposentou é mais uma vez desconsiderar o caráter científico da política e seguir cometendo o mesmo erro. O jornal segue a ser utilizado como instrumento publicitário para políticos, conforme os interesses do marqueteiro.  
         



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Muito Obrigado!

Gosto muito de campanhas políticas municipais. A gente conhece um monte de pessoas e tem a oportunidade de percorrer toda a cidade.  A campanha também é muito reveladora. Nela é possível  enxergar quem, verdadeiramente, te apoia e quem vai no sentido oposto, muitas das vezes, utilizando-se do mais absoluto fingimento.   
Desde a divulgação do resultado apertado de ontem, com uma diferença de apenas cento e poucos votos, tenho ouvido retida vezes a frase “cada povo tem o governante que merece”. Isso é verdade em democracias evoluídas. Em João Monlevade, onde predominam os abusos de meio de comunicação (rádio Cultura) e de poder político, o povo não sabe o que faz.  
A boa nova é que Gentil Bicalho entrou na Câmara. Assim, os setores mais progressistas do Município podem esperar alguma representatividade no Legislativo.
Não posso deixar de cumprimentar Railton e Laércio pela belíssima campanha, com muita garra, focada no contato direto com o eleitor, na honestidade e na vontade de mudança.

Também não posso deixar de agradecer aos amigos que depositaram o voto em minha candidatura. Agora, não posso mais dizer que conto meus amigos com os dedos de uma mão somente. Muito Obrigado!       

sábado, 1 de outubro de 2016

Seu Voto...

Para você que me acompanha aqui no Monlewood, há 7 anos, peço seu voto para vereador a fim de que possamos levar para a Câmara a experiência bem sucedida aqui, na exposição da verdade e no controle social da administração pública. E para prefeito, peço seu voto para Railton e Laércio, 12, não só para que o município volte aos trilhos do desenvolvimento, com identidade, cultura, educação, saúde, lazer e respeito, mas para que possamos salvar o Hospital Margarida, que já acumula uma dívida de 18 milhões de reais.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Verdade Ataca Candidata/Candidato

Política é uma ciência humana. E, como toda ciência humana, é a filosofia que empresta o caráter científico à política. Logo, a política, como ciência, apenas comporta proposições filosóficas.
Dizer que uma certidão de casamento ataca ou denigre a imagem de candidato não é uma proposição filosófica. Logo, não é política. Da certidão não consta qualquer termo que possa ofender ou denegrir a imagem de candidato. Se constasse, seria  o tabelião a responder por perdas e danos, pois as informações ali contidas são todas lavradas por ele. Da certidão consta apenas  a verdade jurídica.  E transparência é, primordialmente, sinônimo de verdade. Democracia se constrói é com o voto, a participação popular e o debate político, quando feito, filosoficamente. Pois como já dito, se a proposição não for filosófica não existira campo fértil para política como ciência.  Neste caso, quem denegri o candidato/candidata é a verdade e nada mais. Da certidão não consta nenhum termo ofensivo. Quem tem intolerância com a verdade jamais fará política, cientificamente. Monlevade já conhece o resultado do modo não científico de se fazer política no Município: um Hospital Santa Madalena que já fez o povo perder uma ótima Rodoviária, mais de 22 milhões de reais, o PA, o Hospital Margarida à beira da falência e vários atos de improbidade que resultaram em lesão aos cofres públicos.  
Dizer também que pouco importa se o ex-prefeito é casado com a candidata é mais uma vez desprezar a verdade e desconsiderar o caráter científico da política. Numa eleição em que a candidata da situação é lançada à disputa com o único “atributo” de ser esposa de Carlos Moreira, que não pode se candidatar por se encontrar inelegível, a informação de que Moreira, atualmente, se encontra casado com outra é das mais relevantes para quem preza pela verdade e para apenas estes.  Se a candidata não utilizasse de seu programa de rádio e de vídeos nas redes sociais para dizer que “meu marido fez e vai me ajudar a fazer” ou do sobrenome do ex-prefeito inelegível  em seu material impresso de campanha, realmente não teria problema algum.  Mas,  se ela o faz, como de fato acontece, então a situação é, politicamente, grave, pois tudo não passa de uma grande mentira. Pra quem não sabe: mentira é o oposto de verdade.  Mas, existem aqueles que não se importam em conviver com a mentira e também não valorizam o nome. O nome, então, pouco importa para eles. Esses não fazem política. Fazem politicagem demagoga em benefício de um projeto pessoal de poder que, de tão doentio e absurdo, rasga a lei da ficha limpa diante de todos. Também, esperar o que de quem idolatra corrupto?     

Educação

Em sendo eleito vereador, minha atuação na Câmara também será no sentido de:

-combater a atual política de desmonte da educação pública;

-valorizar o professor e cobrar pelo pagamento do 1/3 extraclasse;

- implantar um sistema de ensino integral que, gradativamente, contemple toda a rede pública de ensino, com formação ética, cívica, cultural e filosófica nas escolas;

- fomentar as parcerias entre o Município, a UFOP e a UEMG de modo que o estudante participe da extensão universitária em projetos voltados para a criação de ferramentas que possam ser utilizadas no desenvolvimento de diversos setores municipais, como meio ambiente, turismo, comércio, cultura, saúde, educação, administração, etc;

- buscar parcerias entre a UFOP e o Município na utilização do Laboratório de Ciência e Tecnologia do Campus-Monlevade para o desenvolvimento de ferramentas que possam ser empregadas na solução de problemas da comunidade.
 PARA VEREADOR, VOTE FERNANDO GARCIA , 13.033!