sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Blog Monlewood sofre tentativa de invasão a partir do Rio de Janeiro


Conforme demonstra o print anexo, ontem, às 13:03 hs, o Blog Monlewood sofreu uma tentativa de invasão por parte do IP 177.176.148.227, efetivada a partir da cidade do Rio de Janeiro. O que posso dizer é que forasteiro nenhum virá vender bonde aqui, em João Monlevade/MG. 
Trés coisas são absolutamente reveladoras: o poder, o álcool e a mulher contrariada. A máscara já caiu há muito tempo. Já sabemos de tudo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Cidadão paga com engarrafamento para governo mostrar serviço que não fez em 4 anos



Na tentativa demonstrar algum serviço, em pleno período eleitoral,  o governo Torres/Moreira interditou a Praça 7 de Setembro, a mais central e movimentada do Município.
Ao custo de quase R$ 80.000,00, tapumes foram instalados na Praça que teve o trânsito impedido e será reformada. Na sexta-feira passada , já eram perceptíveis as conseqüências negativas para o trânsito de veículos no local.   Com o fechamento do acesso da Praça à Av. Wilson Alvarenga, uma grande contenção de veículos se formou na Av. Getúlio Vargas, atrapalhado a vida de quem voltava para casa depois de uma semana de trabalho (foto abaixo).
Resumo da ópera:  o cidadão, agora, é submetido a longas contensões no trânsito do Centro para que o governo Torres/Moreira possa mostrar serviço que não realizou nos últimos 4 anos. Mais eleitoreiro, impossível.


Outro ponto importante a se observar é que não se trata de obra realizada, diretamente, pela Prefeitura, mas de mais uma reforma concedida à execução de empreiteira.  E sobre o tema, o Monlewood já publicou:
As empreiteiras que, umbilicalmente, orbitam a administração Torres demonstram uma ânsia especial para a contratação, justamente, de obras de reforma, pois assim faturam mais dinheiro em maior velocidade. 
É que, diferentemente, de se empreender uma obra de construção civil integral, em que muito do tempo da execução do projeto é empenhado para a implantação da base, e o levantamento da alvenaria que, relativamente, têm menor valor agregado, na reforma ... o valor dos materiais empregados é muito maior. Assim, com as reformas, as empreiteiras faturam mais em menor tempo. 
O próprio hospital Santa Madalena, aptado no prédio do antigo terminal rodoviário,  foi uma dessas reformas, com o agravante de que pouco importava o que se reformava ali, já que ainda hoje aquele trambolho de concreto não se encontra, estruturalmente, apto ao funcionamento, conforme as normas da Vigilância Sanitária e, ao contrário, foi interditado.

Vereador vota no Rotativo e promete perdão de multa para se reeleger

O cúmulo da demagogia e da incoerência política é vereador fingido votar a favor da implantação do Rotativo e, agora, em período eleitoral, prometer perdão para quem já foi multado pelo sistema. 
O Rotativo foi aprovado, recentemente, na Câmara por unanimidade de votos, com abstenção do vereador Thiago Titó. Se não aprendeu votar com o povo em 4 ou 8 anos...Fora!   


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

SAÚDE

SAÚDE
Em sendo eleito vereador, minha atuação na Câmara também será no sentido de:
- levantar e divulgar todos os dados relativos à má sucedida obra de adaptação do prédio do antigo terminal rodoviário num pretenso hospital de 100 leitos, que jamais funcionou, ao custo de muito mais de 22 milhões de reais em recursos públicos, buscando ainda a responsabilização dos envolvidos e o ressarcimento do valor desviado aos cofres públicos;
- equacionar o atual déficit financeiro mensal de R$ 500 mil do Hospital Margarida, fazendo com que o Município assuma a integralidade do custeio do Pronto Atendimento, recentemente, transferido para lá, para garantir o atendimento à população;
- interromper a atual política de demissões de funcionários técnicos no Hospital Margarida para serem substituídos por cabos eleitorais de Moreira;
- resgatar o orçamento público do domínio da empreiteiras a fim que os recursos públicos possam ser empregados no setor da saúde para a realização de exames e a distribuição de medicamentos para pacientes crônicos e de uso contínuo;
- fomentar a medicina preventiva no Município, através do programa Médicos da Família.
PARA VEREADOR, VOTE FERNANDO GARCIA , 13.033!

Em sendo eleito...

Em sendo eleito, minha atuação parlamentar na Câmara de Vereadores será no sentido de:
- dar independência ao Legislativo;
- assumir a função fiscalizadora do Legislativo sobre o Executivo;
- parlamentar a verdade na Câmara, ou seja, utilizar a Tribuna para transmitir a verdade real sobre os fatos;
- representar o interesse público na Câmara.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Patrimônio dos Candidatos: Simone e Moreira


A edição da última sexta-feira do jornal A Notícia trouxe matéria em que comparou o patrimônio declarado pelos candidatos à eleição majoritária e indicou Simone Carvalho como a mais pobre de todos, detentora do menor deles, num total de R$ 11.900,00. Mais uma vez, o impresso desinforma a população, politicamente.
Ora, se Simone só é candidata porque é a atual mulher de Moreira, que se encontra inelegível, correto fosse somar o patrimônio de ambos e divulgá-lo como dela apenas.
Vai saber, por exemplo, onde foram parar os muito mais de 22 milhões de reais investidos na adaptação do terminal rodoviário num hospital de 100 leitos que nunca funcionou e se encontra interditado!
Em vídeo postado, recentemente, pela candidata no Facebook, Moreira jura que  não tem fazenda, não tem posto de gasolina e não tem hotel, como o povo anda dizendo.  

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

MOREIRA É DESMENTIDO POR VOTO DE RELATOR NOVAMENTE

Também no vídeo que circula na internet, o ex-prefeito inelegível Carlos Moreira justifica sua condenação no caso das Farras das Permissões de Uso, alegando que teria agido dentro da lei, emitindo os respectivos decretos e concedendo os imóveis públicos apenas para pessoas sem condições de moradia.
Não foi o que fundamentou o relator da apelação interposta por Moreira naquele processo, o Eminente Desembargador Dárcio Lopardi Mendes que em seu voto assinalou conforme se transcreve:

APELAÇÃO CÍVEL N° 1.0362.04.049870-5/001
- COMARCA DE JOÃO MONLEVADE 
- APELANTE(S): MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE
MINAS GERAIS
- APELADO(A)(S): CARLOS EZEQUIEL MOREIRA
-RELATOR: EXMO. SR. DES. DÁRCIO LOPARDI MENDES

[...]
Observa-se que é inegável que a conduta do Prefeito Municipal, Carlos Ezequiel Moreira, ora apelado, afrontou os princípios constitucionais regentes da atividade pública e não encontra amparo no ordenamento jurídico pátrio.
[...]
Na hipótese vertente, a conduta Prefeito Municipal, ora apelado, sobressai-se pela afronta ao princípio da legalidade e da moralidade, pois como demonstrado de forma exaustiva através dos documentos acostados aos autos, o mesmo concedeu permissões de uso de terrenos públicos para fins de moradia, mediante "termos concessivos específicos" (fls. 38/169 e 185/193) e não mediante decretos, numerados em ordem cronológica e publicados na imprensa oficial, conforme prevê o artigo 155 da Lei Orgânica do Município de João Monlevade, in verbis:
[...]
No caso, não há que se falar que não houve conduta dolosa do apelado, isso porque, as permissões de moradia foram concedidas sem qualquer critério objetivo que justificasse as escolhas dos beneficiários.
Conforme ressaltado pelo ilustre Promotor de Justiça, "não existiu qualquer procedimento prévio que permitisse a avaliação da real situação econômica do beneficiário, de sorte que as permissões eram concedidas com base em critérios escusos e subjetivos.
[...]


VOTO DE DESEMBARGADOR DESMENTE MOREIRA

Circula na internet vídeo de Carlos Moreira em que o ex-prefeito inelegível justifica que foi condenado no processo da UFOP por falha de sua defesa que teria “perdido prazo”.
Não foi o que fundamentou o relator da apelação interposta por Moreira naquele processo, o Eminente Desembargador Júlio César Lorens, que em seu voto assinalou:
Número da Apelação Criminal 1.0362.09.099843-0/00
Relator: Des.(a) Júlio César Lorens
Relator do Acordão: Des.(a) Júlio César Lorens
Data do Julgamento: 24/09/2013
Data da Publicação: 30/09/2013
[...]
Ademais, estou convencido de que a condenação não ocorreu por uma suposta falha na defesa, mas, sim, pelo convincente acervo probatório constante dos autos.
[...]
Em outras palavras, a condenação de Moreira naquele processo se deu mediante convincente acervo probatório, ou seja, por meio de prova documental robusta e não por falha de sua defesa como quer fazer crer neste momento eleitoral.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Moreira, Simone e a Verdade sobre a Implantação da Ufop e Uemg

Candidato da Chapa Paraguaia, ao estilo Rádio Cultura, já está buscando desinformar o eleitor sobre a verdade da implantação dos campus da Ufop e da Uemg em João Monlevade. Ele afirma que as duas universidades públicas foram instaladas no governo do ficha-suja, inelegível Carlos Moreira, como se tal medida tivesse partido do ex-prefeito ímprobo. Afirma também que a atual consorte conjugal de Moreira, a candidata a prefeita Simone, supostamente, teria participado de todo o processo, numa tentativa de fazer o eleitor crer que a mesma tem alguma experiência administrativa e espírito público. 
Ocorre que a única relação que Moreira tem com as universidades é o casuísmo: era ele o prefeito e como tal não fez mais do que a obrigação de recebê-las. 
A iniciativa de se instalar a Ufop e a Uemg em Monlevade, na verdade, não foi de Moreira. A vinda das universidades fez parte de um acordo firmado entre o governo federal, o governo do estado e a empresa Vale como condicionante para a instalação da Mina de Brucutu, em São Gonçalo. Perceba que os cursos inicialmente oferecidos pelas universidades eram todos voltados para a atividade mineradora: Engenharia de Minas, Engenharia Ambiental, Engenharia de Produção e Sistemas de Informação. Monlevade foi escolhida, por ser a cidade mais próxima de Brucutu, com condições estruturais para abrigar as duas universidades.
O que Moreira fez, posteriormente, foi desviar recursos da Prefeitura para custear a formatura de um sobrinho na UFOP, o que lhe rendeu um processo criminal por desvio de renda pública, em que o ex-prefeito foi condenado a 2 anos de reclusão, substituída por prestação de serviços à comunidade, e inabilitação para o exercício de cargo eletivo por 5 anos. Foi mais uma ação que tornou Moreira inelegível, obrigando-o a lançar sua mulher candidata, numa tentativa de burlar a Lei da Ficha-Limpa.